Caracterização físico-química e sensorial de vinhos espumantes elaborados com uvas da espécie Vitis rotundifólia

Angelica Bender, Andre Luiz Kulkamp de Souza, Vinicius Caliari, Edson Luiz de Souza

Resumo


O objetivo deste estudo foi avaliar as características físico-químicas e sensoriais de espumantes produzidos a partir de uvas Vitis rotundifolia utilizando o método tradicional com adição de diferentes formulações de licor de expedição. As variedades avaliadas foram ‘Regale’ e ‘Noble’, de acordo com os tratamentos: T1- Testemunha (próprio espumante); T2- 20g. L-1 de açúcar; T3- 20 g.L-1 de açúcar+ suco de amora; T4- 20 g.L-1  de açúcar + suco da própria variedade (‘Regale’/ ‘Noble’); T5- 20 g.L-1 de açúcar+ 0,2 g.L-1 de ácido cítrico, quanto a composição físico-química e sensorial. Os maiores valores de acidez total foram nos vinhos espumantes do T5, para ambas as variedades. Os espumantes de ‘Noble’ apresentaram maior teor alcoólico em relação a ‘Regale’. Nos aspectos físico-químicos, os espumantes elaborados com uvas V. rotundifolia apresentaram diferentes teores de açúcares totais culminando em diferentes classificações. Sensorialmente os espumantes de ‘Regale’ se destacaram em relação aos de ‘Noble’ para a persistência de espuma. Em relação à avaliação global os espumantes de ‘Noble’ obtiveram maior aceitação por parte dos avaliadores, independente da composição do licor de expedição. Os espumantes obtidos a partir de ‘Noble’ receberam melhor avaliação global.


Palavras-chave


Muscadínea; Qualidade; Aceitação



DOI: 10.3895/rbta.v16n1.15218

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