Dor crônica em universitários. Parte 2: crenças, atitudes, interferência e catastrofização da dor

Bruna Beatriz de Sousa Teixeira, Alessandra Tanuri Magalhães, Patrick Jordan Carvalho Silva, Clara Vanessa de Farias Nery, Walany Fontenele Cerqueira, Vinicius Saura Cardoso, Fuad Ahmad Hazime

Resumo


OBJETIVO: Avaliar os aspectos biopsicossociais da dor em universitários com queixas de dores persistentes.

MÉTODOS: Amostra composta por 33 universitários jovens com queixas de dores persistentes (≥ 3 meses) que responderam um questionário online. Os aspectos afetivo-emocionais e comportamentais da dor foram avaliados por meio de sintomas de ansiedade e de depressão; crenças e atitudes; interferência e catastrofização da dor; e, percepção global de recuperação.

RESULTADOS: A maioria dos universitários era do sexo feminino (60,6%), solteiros (97,0%), pardos (57,6%), com queixas de dor de moderada intensidade e duração superior a 12 meses (75,8%). A análise dos fatores afetivo-emocionais e comportamentais demonstraram sintomas moderados de ansiedade e de depressão; índices moderados de alterações em atitudes adaptativas e mal adaptativas; moderada catastrofização; interferência da dor; e, pouca percepção de recuperação.

CONCLUSÕES: Universitários jovens com dores crônicas apresentam alterações cognitiva-comportamentais, indexadas por sintomas de ansiedade e de depressão; por crenças mal adaptativas; por moderada catastrofização e interferência da dor; e, por pouca percepção de recuperação.


Palavras-chave


Dor crônica; estudante; estresse psicológico; atitude; catastrofização.

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DOI: 10.3895/rbqv.v15n0.15950

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